terça-feira, julho 05, 2005

The Collectors Showcase

Os GoogleADs são cada vez mais uma constante nos sites que visitamos pela Internet.

Se na maior parte das vezes, pelos menos na parte que me toca, os sites apresentados no GoogleADs são algo vazios de interesse, de vez em quando lá aparece um site que chama decididamenta a atenção, e cuja visita é recompensada. Este foi um desses casos.

The Collectors Showcase Museum Quality Miniatures
http://www.thecollectorsshowcase.com

Um site a dar uma vista de olhos, com material e peças bastante interessantes, mesmo que não sejam para todos os gostos e bolsas...

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Alguns exemplos dos bustos da série Great Commanders of WWII:

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E a oferta não se fica por aqui, existem mesmo peças que podem atrair os amantes da 7ª arte, na série Great Legends:

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Uma verdadeira delicia...

terça-feira, junho 14, 2005

Brincar às Guerras

Transcrição do artigo do Expresso, edição de 2005.06.04

Brincar às Guerras

Pequenos bonecos são deslocados sobre uma mesa, como se de um campo de batalha se tratasse. Os comandantes são adultos, de 40 e 50 anos, que estudam a história militar de forma lúdica.

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BETTMANN/CORBIS
Ilustração da batalha de Waterloo (1815)

À volta de mesas adornadas com cenários de guerra, lançam dados e movimentam as suas tropas. Cavaleiros dos exércitos napoleónicos de sabre em riste, legionários romanos que sobem uma colina ou tanques que tomam de assalto uma localidade. Os chefes militares são civis de 40 ou 50 anos que - garantem - não pretendem glorificar a guerra, mas simplesmente enriquecer os conhecimentos da história universal, de uma forma lúdica.

O termo correcto destes exercícios é «jogos de simulação», embora para quem está de fora possa ser «homens a brincar com soldadinhos», como os jogadores já se habituaram a ouvir. São pessoas de diversas profissões, que se encontram-se aos fins-de-semana, por norma aos sábados, para jogar às guerras. Nada de computadores ou outras «modernices», mas com pequenos bonecos - de chumbo e de outros materiais -, como antigamente.

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VICTOR REICH-ROSA
Ataque da cavalaria napoleónica, com bonecos à escala 1/35

Movendo os seus soldados, tanques ou navios, denotam o entusiasmo de uma criança. Por vezes até se zangam durante os jogos. Por questões tão simples, como se é ou não possível disparar de determinada distância ou com certo ângulo. Mas, tal como na infância, «as birras passam depressa», asseguram. No entanto, num aspecto desta reportagem foram intransigentes: os jogadores que aceitaram falar não se deixaram fotografar; e os que mostram a cara querem manter o nome no anonimato.

Em Portugal é um fenómeno ainda pouco divulgado e com poucos voluntários alistados, ao contrário do que sucede, por exemplo, nos EUA ou no Reino Unido. Mas para os praticantes portugueses o tempo que dedicam a esta actividade não se limita àquele que dispensam em redor de uma mesa à procura de uma vitória no campo de batalha.

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FOTOGRAFIAS DE VICTOR REICH-ROSA
Dois jogadores deslocam no tabuleiro os seus efectivos num «cenário de guerra fictício», segundo os conceitos dos jogos de simulação

A maioria dos jogadores documenta-se o mais possível sobre o seu período preferido, lê, investiga, troca opiniões com jogadores de vários pontos do mundo, contribui para a formulação das regras, colecciona figuras e há até quem pinte os seus próprios soldados, sempre da forma o mais fiel possível.

O rigor histórico é, de resto, um dos aspectos sagrados deste jogo e a exploração de «campos da História esquecidos pelos historiadores» um dos objectivos. Os jogadores lamentam que muitas vezes os historiadores foquem os aspectos económicos e políticos e se esqueçam das guerras. Contudo, sublinham repetidamente, não são militaristas nem tão pouco têm pretensão de substituir os historiadores. Mas juntos esforçam-se por recriar «como era». E depois... guerreiam-se.

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Recriação de uma batalha da II Guerra Mundial, com movimentação de tanques

Em 1997, um grupo de clientes habituais do Lobo Branco, uma loja de venda de material para jogos, criou a Associação de Jogos de Simulação de Portugal, que hoje reúne quatro dezenas destes guerreiros devotos. Uma garagem adaptada, em Campo de Ourique, é o ponto de encontro e palco das batalhas. Os que os leva lá é inquestionavelmente o jogo pelo jogo. Não há factores de distracção: não há música ou bebidas, não se vêem sequer cinzeiros. O espaço é sóbrio, apenas decorado com algumas figuras em cartão de guerreiros da antiguidade, em tamanho real.

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As escalas dos exércitos variam. De 1/300, figuras com 5 milímetros de altura, até 1/72. Consoante os jogos, algumas bases podem representar centenas de homens, outras um só guerreiro.

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Com o desenrolar dos jogos, os cenários tornam-se também mais complexos e vistosos, com as explosões e as «baixas» a serem assinaladas, por exemplo, com algodão tingido de preto e pintado com laivos amarelos e vermelhos, numa simulação de fogo e colunas de fumo. Isto, naturalmente, em cenários de guerra no período posterior à descoberta da pólvora...

Curiosamente, as guerras mais populares entre os associados são as da Antiguidade Clássica. Mas o leque é vasto. Tão vasto quanto os conflitos que marcaram a Humanidade... e mais ainda. É que além de batalhas napoleónicas - também com muitos adeptos -, da guerra civil americana, da II Guerra Mundial ou do Vietname, também há jogos de «BTech». Para os leigos, Ficção Científica.

Paixões de infância

Vítor Amorim, 59 anos, projectista de arquitectura, segue uma batalha que se desenrola num cenário moderno fictício. A entrevista é interrompida frequentemente por dúvidas colocadas pelos jogadores, que desfaz de pronto. Conhece as regras como poucos. Durante 13 anos, entre 1976 e 1989, deu aulas a cadetes na Academia Militar. Precisamente através de jogos de guerra, pois dessa forma poupavam-se saídas para o terreno. «Era dinheiro metido no cofre».

Amorim simplificou as regras para jogos de sociedade. Adaptou a versão militar para uma versão civil, «mais praticável, menos académica». Mas, explica, a mecânica de jogo é a mesma, e aplica-se inclusivamente às guerras napoleónicas. «Os princípios básicos são imutáveis», diz.

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Pormenores de um oficial alemão (com altura de 120 mm) e do avanço da infantaria inglesa (soldados com 28 mm)

«O desafio é recriar acções, testar soluções tácticas de guerra, a capacidade de improviso» em função de organizações com diferentes tipos de armas, em diferentes terrenos. O jogador desempenha essencialmente o papel de um posto de comando, assumindo «a coordenação e controlo de tudo», explica, enquanto olha atentamente para o tabuleiro e um jogador lhe pergunta se pode avançar com as suas forças por entre o bosque. Pode, mas progride mais devagar.

Outro perito em regras, mas de guerra arcaica, é «Jerboa», nome de guerra de um médico, de 43 anos, que prefere ser conhecido nestes meios apenas por este pseudónimo. Não é o único. Conta que cerca de 10% dos jogadores têm pseudónimos relacionados com períodos ou regras da sua preferência.

E é sob o pseudónimo de «Jerboa» que desenvolveu regras para jogos arcaicos e uma página na Internet, de onde as divulga para o Mundo. Em inglês, porque em português estaria apenas a dirigir-se para meia dúzia de curiosos, como o próprio aponta.

Em comum a estes adultos que gostam de brincar às guerras com pequenos soldadinhos de chumbo parece haver paixões de infância pelo jogo e pelo modelismo aliadas àquilo que designam de «grande curiosidade histórica».

A ligação de Vítor Amorim à associação é recente. Os jogos «uma consequência» de um gosto muito especial pela estratégia e pelo modelismo. «Inaugurei páginas de modelismo no ‘Jornal do Exército’», conta.

Para este desenhador, os «war games» são «um passatempo de pessoas interessadas por determinado tema militar de qualquer época», e que é retomado quando se atinge uma idade adulta, pois é então que «a vida está estabilizada». Também «Jerboa» retomou, há coisa de quatro anos, algo que o atrai desde a infância. Aliou o gosto intelectual à paixão antiga por «kits» de plástico.

«Há uma evolução etária muito curiosa», começa por observar. «Enquanto somos crianças, podemos brincar. Depois, vem a adolescência, em que tal não é aceite pelos pares. Segue-se a entrada na universidade e as pessoas afastam-se pela pressão social que é exercida. Vem depois a fase em que as pessoas se casam, têm filhos, e mesmo havendo interesse não há disponibilidade. Quando há por fim uma situação afectiva estabilizada, aí sim, as pessoas voltam».

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FOTOGRAFIAS DE VICTOR REICH-ROSA
Batalha em cenário da II Guerra Mundial, com o avanço de carros de combate norte-americanos, numa zona já bastante devastada, defendida pela artilharia alemã

João Diogo, o presidente da associação, de 54 anos, admite que é habitual ouvir comentários depreciativos, do género «És um homem e vais brincar...» Também já se acostumou a ouvir falar em «soldadinhos» e «coisinhas». Este operador de som, que tomou o gosto pelos jogos de guerra, e em concreto pelas batalhas navais, desde os seus 16 anos, pertenceu ao núcleo dos cerca de 20 apaixonados que fundou a associação. Diogo diz que há fases na vida mais propícias para dedicar a esta actividade, mas considera ser possível conciliar os jogos com a vida familiar. Razão pela qual o ponto de encontro da associação está fechado ao domingo, «um dia tradicionalmente dedicado à família».

Entre os «aliados» com os quais a associação tem trabalhado, João Diogo aponta o Museu Militar, palco de diversos torneios, e a Liga dos Combatentes, com a qual pretende estreitar laços, de modo a garantir, por exemplo, a cedência de espaços para dormidas e refeições numa perspectiva de trazer ao país «guerreiros» de outras nações. Também procura apoios de instituições com vista a levar portugueses ao estrangeiro.

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Dois jogadores discutem um movimento e o rigor da jogada é aferido por uma fita métrica. Por vezes, a defesa dos pontos de vista chega a ser exacerbada

João Diogo refuta a ideia de as actividades da associação glorificarem a guerra. «A associação não foi constituída com essa finalidade, não funciona desse modo, não é para cultivar o gosto militarista», afirma. Em relação a outra acusação, esclarece: «Não somos historiadores nem queremos ser. Queremos jogar coisas históricas», sintetiza.

O presidente da Associação de Jogos de Simulação de Portugal acredita que no nosso país haverá cada vez mais gente a jogar, a travar guerras antigas. «Tenho a certeza que é possível. Se os outros conseguem... Se existem clubes com grande profusão lá fora, até aqui em Espanha, por que não cá?», questiona.

Os jogos, é a opinião unânime, são o culminar de todo um «trabalho». Depois de toda a recolha de informação, da aquisição do material, da sua preparação para a guerra... nada como ver o «seu» exército em acção. E sob as suas ordens. Quase sempre há um vencedor, regra geral quando o exército inimigo regista 40% de baixas.

Há os chamados jogos de teste, onde se aproveita para desenvolver regras ainda «verdes», há os jogos amigáveis e há os jogos de torneio. E é nestes confrontos a «sério» que por vezes os adultos se comportam... como crianças.

«É como conduzir um automóvel», ironiza «Jerboa». «As pessoas mais civilizadas perdem completamente a compostura, principalmente quando se acumulam os '1’ nos dados» e vêem assim diminuída a sua capacidade de manobra.

Mas acaba sempre tudo em bem, assegura. E os adultos lá regressam a casa, por vezes atrasados para o jantar, depois de uma tarde inteira a brincar. Como há 30 ou 40 anos atrás. A única diferença é que, agora, o mais provável é receberem puxões de orelha das mulheres ou dos filhos.


Texto de André Curvelo Campos

segunda-feira, junho 06, 2005

Les Étains Du Graal

Epoca Mediaval, Fantasia, a Lenda de Artur


Vale a pena passar os olhos por esta linha de figuras ~ Les Étains Du Graal ~ que abordam temas Mediavais, Fantasia, a Lenda de Artur e o Cavaleiros da Tabula Redonda, ...

Alguns sites com informação e imagens sobre esta linha de figuras:

- Les Étains du Graal
- Les Étains du Graal
(dois sites pessoais diferentes, sobre a colecção de figuras)

- Knights of Avalon

- Loja Online
(com bastantes imagens descritivas das figuras e dioramas)

E agora algumas imagens:

A Lenda Arturiana, um espectáculo...
( detalhes de todas as peças )



Algumas peças historicas...

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WWI: A Grande Guerra em Imagens...

Alguns sites que valem a pena visitar.

A «Guerra que acabará com todas as Guerras»:

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http://www.gwpda.org/photos/greatwar.htm
Mais de 1800 fotografias, sobre os mais variadissimos temas...

E ainda:

Landships

WWI In Color

quinta-feira, maio 26, 2005

Cutway: Wartime Images

Uma galeria de imagens bem interessantes, diferentes das habituais sobre o tema...
Vale a pena a visita.

CUTWAY: UNUSUAL TECHNICAL IMAGES OF EQUIPMENT USED IN WORLD WAR II

http://www.cyber-heritage.co.uk/cutaway/


Featuring technical cutaway drawings of submarines, ships, aircraft and arms PLUS contemporary photos of and on mostly "S" Class Royal Naval Submarines.

Another " content over style" web page from Steve Johnson Cyberheritage.

In the Second World War people at home with loved ones spread far away around the world with the forces were fed a diet, often government backed, of "how it works" or "how we will win" technical information leaflets. Very often these would have contained superb cut away and sectioned diagrams, showing the "insides" or as was said at the time "the works!" of the machines that were winning the war for us!

quinta-feira, maio 12, 2005

Babylon 5: A Call To Arms

Mais uma noticia relacionada com este jogo:
Space Combat Game Up For Origins Awards

Two games covered by SCN are nominated for the 2005 Origins Awards in the category: Best Miniatures Game or Expansion. A Call to Arms and Attack Vector: Tactical will find out on July 2nd if they won. Voting will be done by the Academy of Adventure Gaming Arts and Design who are published game designers, writers, artists and other game creators.
E mais algum historico sobre o jogo: A Call of Arms @ Starship Combat News

E entretanto, aqui ficam umas imagens de algumas novas fleet boxes:

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quarta-feira, maio 11, 2005

Gear Krieg

WWII e Pulp Superscience

Sei lá eu à quanto tempo ando a namorar este jogo de miniaturas, mas o material da Dream Pod 9 muito difícil de encontrar na Europa, mesmo em lojas online ou no EBay, e então por cá nem pensar...

E o que acham disto?
(e o «aroma» pulp que isto daria a um FOW... ai as carótidas aos saltos...)

GEAR KRIEG - Two-Fisted Pulp Superscience in a World at War! http://www.dp9.com/Worlds/GK.htm
  • 1920s Development of the "Mechanical Walking Suspension" by J. Walter Christie;
  • 1930s Germans copy Christie's walking machines under the peaceful guise of their 'Landwirtschaftlicher Arbeiter' ('Agricultural Worker') experiments;
  • 1934 The world's first true walking machine revealed at the Nuremberg Rally;
  • 1936 The PzK III armored walker presented at the Berlin Olympic Games;
  • 1939 The first successful American walkers are showcased at the World's Fair "Futurama" pavilion;
  • 1939 German Panzerkämpfer cross into Poland. The Second World War has begun.
The world would indeed have been a different place had the Roaring Twenties not delivered the wonders promised by visionaries. Instead, war walkers now stride across the battlefield of Europe, huge supertanks thunder over North Africa, rocket fighters duel high above the Pacific, adventurers and superspies battle the Nazi forces in the shadows and scientists work feveriously in their laboratories to perfect the next doomsday weapon for their masters. Powered by advanced science, will the darkness of fascism spread across the world, or can brave men and women prevent it? Gear Krieg is Dream Pod 9’s alternate history WWII game.

E umas imagens, para contemplarem...

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terça-feira, maio 10, 2005

Star Wars: The Empire Strikes Back

Star Wars: The Empire Strikes Back
Novo Director's Cut

Recebi esta «inside-information» noutro dia por eMail, de fonte fidedigna... from «The Man Himself»... que ele tem muito o habito de tomar conselhos cá com o jê... e isto tem tido tanto movimento que até me esqueçi de postar isto por ai...

Vai ser lançado um novo Director's Cut do Star Wars: The Empire Strikes Back, com algumas adaptações para colocar o storyline em linha com os 3 primeiros episódios da saga.

Esse novo Director's Cut inclui diversas alterações, entre elas a remontagem da cena da batalha entre Luke Skywalker e Darth Vader, na Cloud City em Bespin.

E, em primeira mão para todos os FANATICUS e lurkers out there, aqui fica uma transcrição do novo guião relativo a esse conjunto de cenas...

INT: BESPIN GANTRY - MOMENTS LATER: A furious lightsaber duel is underway.

DARTH VADER is backing LUKE SKYWALKER towards the end of the gantry.
A quick move by Vader, chops off Luke's hand!
It goes spinning off into the ventilation shaft.
Luke backs away.
He looks around, but realizes there's nowhere to go but straight down.


Darth Vader: Obi Wan never told you what happened to your father.

Luke: He told me enough! He told me you killed him!

Darth Vader: No . . . I am your father!

Luke: No, it's not true! It's impossible.

Darth Vader: Search your feelings . . . you know it to be true . . .

Luke: NO!

Darth Vader: Yes, it is true . . . and you know what else? You know that brass droid of yours?

Luke: Threepio?

Darth Vader: Yes . . . Threepio . . . I built him . . . when I was 7 years old . . .

Luke: No . . .

Darth Vader: Seven years old! And what have you done? Look at yourself, no hand, no job, and couldn't even levitate your own ship out of the swamp . . .

Luke: I destroyed your precious Death Star!

Darth Vader: When you were 20! When I was 10, I single-handedly destroyed a Trade Federation Droid Control ship!

Luke: Well, it's not my fault . . .

Darth Vader: Oh, here we go. . . "Poor me . . . my father never gave me what I wanted for my birthday . . . boo hoo, my daddy's the Dark Lord of the Sith . .. waahhh wahhh!"

Luke: Shut up!

Darth Vader: You're a slacker! By the time I was your age, I had exterminated the Jedi knights!

Luke: I used to race my T-16 through Beggar's Canyon...

Darth Vader: Oh, for the love of the Emperor . . . 10 years old, winner of the Boonta Eve Open . . . Only human to ever fly a Pod Racer. . . right here baby!

Luke looks down the shaft. Takes a step towards it.

Darth Vader: I was wrong . . . You're not my kid . . . You're not good enough to be my kid.

Luke takes a step off the platform, hesitates, then plunges down the shaft.

Darth Vader looks after him.


Darth Vader: And get a haircut!

domingo, maio 08, 2005

Axis & Allies Miniatures

Ainda noutro dia conversava com algumas pessoas sobre diversas questões sobre jogos de WWII, sobre todas as polémicas que por vezes andam a «pairar» por ai, sobre os modelos e formatos de jogo que existem por ai, sobre abordagens que, sabe-se lá porquê, ainda não foram utilizadas - como por exemplo, a abordagem de miniaturas pré-pintadas, num booster, prontas a jogar... o paradigma do jogo histórico out-of-the-box...

E eis que surge esta noticia... ora leiam...

Axis & Allies Miniatures Game Coming in August!
Avalon Hill to Establish Beachhead in Miniatures Market!

May 6, 2005 (Renton, Wash.) -- On Sunday, May 8, Avalon Hill -- published by Seattle-based hobby-game leader Wizards of the Coast (NYSE: HAS) -- will announce the launch of Axis & Allies Miniatures, a revolutionary, new World War II themed wargame system set to hit store shelves in late summer of 2005. The announcement will coincide with the sixtieth anniversary of VE Day, commemorating the end of the war in Europe.

Axis & Allies Miniatures gives both novice wargamers and veteran grognards the ability to engage in historically authentic, squad-level tactical combat with detailed, 15mm scale, pre-painted plastic miniatures featuring varying degrees of rarity to enhance collectability. Hard-hitting, fast-paced game play makes every Axis & Allies Miniatures battle a blitzkrieg. Ready to play right out of the box, Axis & Allies Miniatures features easy-to-master rules that don’t sacrifice authenticity. A single skirmish can be played in under an hour, or players can advance their custom-constructed squad through a meat grinder of combat, battling from the hedgerows of Brittany to the steps of the Reich Chancellery.

“Axis & Allies Miniatures represents the crossroad between Avalon Hill's greatest wargame titles of yesteryear, such as Squad Leader and Up Front, and Wizards’ role as a pacesetter in tactical miniatures combat games,” said Linda Cox, brand manager for Avalon Hill at Wizards of the Coast. “There’s no politics in Axis & Allies Miniatures -- this is gritty combat in the trenches as only Avalon Hill can portray.”

The Axis & Allies name is best known as the title of a cult-classic strategic board game first published by Nova Games in 1981 and subsequently revised and expanded by Milton Bradley and Avalon Hill with Axis & Allies Europe, Axis & Allies Pacific, and Axis & Allies D-Day. Console and PC-game titles bearing the Axis & Allies name have also been produced by Hasbro Interactive and Atari. Axis & Allies Miniatures brings yet another dimension into the A&A game universe.

“Since 1957 the story of Avalon Hill has been inseparably tangled with the story of serious, strategy gaming. Axis & Allies Miniatures represents a bold rededication of Wizards’ commitment to the rich history and tradition at the heart of that brand,” said Kyle Murray, Director of Marketing at Wizards of the Coast. “Axis & Allies is the gold standard in WWII games; Axis & Allies Miniatures will meet and exceed our customers expectations.”

Base Set, featuring 48 soldiers and vehicles from WWII plus detailed hex maps of terrain representing the battlefields of Europe, will be first shown to the public at the Gencon game convention in Indianapolis this August and is set to hit store shelves the following week. A 48-figure expansion, bringing additional vehicles and troops into combat, will follow in December. More expansions are planned through 2006.

E esta?
No minimo, muitas carótidas vão saltar por ai...
Isto vai ser só veias a palpitar, muita pressão arterial vai subir...

Mais alguns detalhes:

Game Details

Challenge your friends to fast, head-to-head combat with the Axis & Allies Miniatures Game! This high-quality skirmish game is playable right out of the box. With these faithful reproductions of real WWII combat vehicles and fighting units, you can recreate historical battles from World War II with authentic Shermans, Panzers, infantry, and more! Or create your own battles!

The starter kit contains pre-painted, 15mm, plastic miniature soldiers and vehicles from WWII that animate the action on the battlefield, along with game stat cards that dictate the firepower, armor, and abilities of each unit. Booster packs bring additional soldiers and vehicles into play.

The Base Set Starter Pack Contains:
  • 12 collectable miniatures based on battlefield units of World War II tanks, antitank guns, commanders, infantry units, and 1 random rare miniatures are prepainted, fully assembled, and made of durable plastic
  • Full-color game stat cards
  • 4 double-sided, full-color battle mats
  • 10 six-sided dice
  • Rulebook
  • Set checklist
The Base Set Booster Pack Contains:
  • 9 randomized, prepainted, durable plastic miniatures
  • Full-color game stat cards
  • Set checklist
    (Rules not included in booster.)
$24.99 (MSRP) - Starter
$14.99 (MSRP) - Booster


Qual o futuro deste modelo de jogo?

Vamos ver o que o futuro nos reserva...

segunda-feira, maio 02, 2005

UBoat.net

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http://UBoat.net
The U-Boat War 1939-1945


Estava a investigar no cyber-espaço sobre esta temática a ponderar a compra de certos livros - de deparei-me com este site que acho verdadeiramente espectacular a abrangente sobre o tema.

Artigos, a história dos homens, dos U-Boats, os seus comandantes, uma galeria de imagens espectaculares, os filmes, os livros... um portento de informação.

De certo merecedor de uma visita prolongada, e de uma adição aos favoritos.